
Bárbara, jovem e bela, de família rica de Nicomédia, tornou-se cristã e renunciou a propostas de casamento, desejando ser esposa de Cristo. O próprio pai, Dióscoro, prendeu em uma torre e depois, após todas as tentativas de afastá-la do cristianismo, entregou-a ao governador da Bitínia, Marciano, que lhe infligiu os maiores sofrimentos, como açoites, queimaduras, amputação dos seios e a morte por uma espada, último golpe foi realizado por seu próprio pai, que caiu logo fulminando por um raio, em meio à terrível tempestade. Bárbara morreu no século III, com apenas 20 anos de idade. Uma senhora chamada Juliana, ao presenciar o martírio de Santa Bárbara, declarou-se cristã, foi também martirizada e sepultada ao lado da Santa.
A imagem da Santa lembra a torre onde ficava presa(sua coroa), trazendo na mão direita o cálice e a hóstia consagrada(a eucaristia foi seu alimento e força nas perseguições) e a espada na mão esquerda(instrumento de seu martírio).
Santa Bárbara é ainda hoje, modelo de vida santa e casta, e de firmeza na fé, mesmo em meio aos maiores sofrimentos. É também protetora contra os raios das tempestades.
A festa da padroeira é celebrada todo ano no dia 04 de dezembro, ou, ás vezes, no domingo seguinte. A vida de Santa Bárbara é celebrada pelo povo desde os tempos do Padre Raul.
A imagem da Santa lembra a torre onde ficava presa(sua coroa), trazendo na mão direita o cálice e a hóstia consagrada(a eucaristia foi seu alimento e força nas perseguições) e a espada na mão esquerda(instrumento de seu martírio).
Santa Bárbara é ainda hoje, modelo de vida santa e casta, e de firmeza na fé, mesmo em meio aos maiores sofrimentos. É também protetora contra os raios das tempestades.
A festa da padroeira é celebrada todo ano no dia 04 de dezembro, ou, ás vezes, no domingo seguinte. A vida de Santa Bárbara é celebrada pelo povo desde os tempos do Padre Raul.

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